segunda-feira, 5 de setembro de 2016

E hoje relembro-me de ti


E hoje relembro-me de ti.

Relembro-me dos teus braços à minha volta e das palavras perdidas que deixaram a tua doce boca naquela noite, do teu olhar, do que talvez tenha sido uma falsa preocupação momentânea, do teu aperto.

E sinto falta. Sinto falta de todos os momentos em que estiveste presente e me alegraste com o teu sorriso, sinto falta do teu abraço e da tua protecção, sinto falta da minha sanidade e não sei o que fizeste com ela. Roubaste-ma, juntamente com o meu coração, e a única coisa que deixaste para trás foram memórias perdidas e desejos inacabados.

E é por isso que te quero aqui, junto a mim e longe de todos. Quero-te tanto que peço a Deus para não te ter, peço para que saias, que vás embora da minha mente tal como foste da minha vida. Num segundo e sem aviso prévio; apesar de ambos sabermos que era inevitável.

Dói, magoa o meu peito e fecho os olhos, não querendo rever o teu virar de cara e os teus deambulantes olhares. Mas vejo-te partir, apesar de ser eu quem caminha para longe.

Perco-me de novo. Choro. Grito. Sai da minha cabeça, sai da minha mente! Não quero querer-te. Não quero perder-te. Quero ter-te.

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